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O GLOBO Espelho meu Depois de ficar mais de duas décadas relegado ao ostracismo, o portrait volta à cena com retratos de linhas clássicas que conservam seu glamour ou com linguagem pós-moderna, atraindo o desejo até de adolescentes. Carmen Mayrink Veiga ganhou recentemente quatro retratos para o seu acervo, que inclui um assinado por Portinari, mas adora o que foi pintado por Pedro Leitão. É o novo retro, em plena era da fotografia digitai via celular.
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Retorno ao furor dos 70's Nos EUA, pais desejam eternizar a infância dos filhos nos quadros Deu até no "New York Times": os portraits - retratos feitos por artistas plásticos - são os mais novos objetos de desejo entre os pais americanos, que querem eternizar a imagem de seus filhos em poses que não lembram nem de perto as do século XIX. Jeans e bermudas substituem os blazers e o entorno tem desde walkmen até skates. No Rio, que viveu o furor dos portraits nos anos 60 e 70, o revival é total. Como quem foi rei nunca perde a majestade, Carmen Mayrink Veiga tem atualmente oito em sua coleção. - Portinari já estava intoxicado pelas tintas quando fez a tela em 1959, este foi o último retrato que ele pintou - diz Carmen, que posou também para Pedro Leitão e Adelson do Prado, em 1969; e Luiz Arthur Jasmim, em 1965, e ganhou outros quatro portraits de admiradores nos últimos tempos.A nova geração, mesmo com acesso à tecnologia de ponta, está curtindo a tendência. Laura, 12 anos, filha do fotógrafo Sérgio Pagano, apesar das inúmeras fotos feitas pelo pai coruja, adorou a idéia e escolheu a artista plástica Susan Malpas para pintar o seu.- Quis fazer uma brincadeira e como Laura adora a Mona Lisa, pintei seu retrato sugerindo isso. E com a vista que ela tem do seu apartamento, com a Rocinha ao fundo — conta Susan, que usou tinta acrílica para o trabalho. Sobrinha de pintor espanhol se especializou em retratos - Dependendo da técnica empregada, faço um croqui antes ou uso uma foto que a pessoa goste ou tiro eu mesma - explica ela. Maria Callas foi a inspiração para a diretora de marketing Duda Pereira, que viu o quadro da diva no livro de Alejo. - Sempre quis ter um retrato. Achei que o resultado ficou lindo - elogia. - Fomos umas três vezes na casa dela. Eram meus momentos de terapia - conta. A empresária Patrícia Mayer se orgulha do retrato feito pelo pintor Pedro Leitão. Sua intimidade com o gênero vem da infância. Posou pela primeira vez aos 7 anos. - Acho meu quadro atemporal. Não quis uma "cara" da moda para não ficar datado. A estilista Cheila de Paula se encantou com os 20 miniquadros que a amiga Helenice Dornelles fez para ela usando técnicas variadas, incluindo paetê e tecidos, cada um remetendo ao estilo de um pintor. - Não encomendei, mas chorei de emoção durante uma semana. Acho que ela pensou que eu ia morrer, porque eu estava doente na época e ela quis me fazer uma homenagem - conta ela. Colaborou Roni Filgueiras |
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Jornal
A Voz da Serra Arte Monica
Vidal-Quadras é uma artista cujos interesses variados lhe vêm
expondo a diversas tendências e experiências dentro do mundo
das artes e das artes aplicadas. |
Depois de uma formação acadêmica, pela Parsons School of Design, cursou paralelamente Desenho de modelo vivo, Objetos e Espaço, e Pintura. Em 1989 se estabeleceu na Espanha, participou do ateliê do pintor retratista Alejo Vidal-Quadras e, em 2003, se inscreveu na Art Student's League, em Nova Iorque, com professores renomados como Oldrich Teply e Michael Burton. Depois de mais de 15 anos fora do Brasil, participou da Casa Cor em 2004. Desde o fim de semana, Monica apresenta seus trabalhos no Restaurante Viva Rô, em Mury. Ótima oportunidade para quem aprecia obras de arte. |
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Jornal
O GLOBO - 23/jun/2005 Mostra As pessoas de espírito livre são o público-alvo da pintora Monica Vidal-Quadras, em sua exposição BisTropical, da Chácara Tropical, em frente ao Itanhangá. As aquarelas e os óleos, em clima zen, ficam em cartaz até o final de julho. |
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LE
PROGRESS - 30/jan/2003 Le Club Hervé a entre autres, pour vocation de promouvoir les artistes. Monica de Meaux a exposé quelques-unes unes de ses uvres à la Maison de la rencontre à l'occasion des spectacles proposés par cette association. Monica de
Meaux aime parler de sa peinture et décrire le contexte dans lequel
elle a été réalisée. Cette jeune femme revendique
son appartenance à une double culture. Née au Brésil,
elle a vécu plusieurs années en Espagne, terre de ses ancêtres. |
| peint
sur commandes. Puis Paris et enfin Marcilly d'Azergues où elle
s'est emparée de ses pinceaux pour préparer l'exposition
à Ecully. Un nouveau défi Ce fil qui
la guide est ni plus ni moins celui de sa vie qui se déroule. Ce
va et vient d'un continent à l'autre, d'un pays à l'autre,
d'une culture à l'autre, d'une langue à l'autre, se reflète
dans ses tableaux. " J'aime le mouvement " dit-elle. Il peut
être explosif lorsque ses repères vacillent. |
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